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sábado, 7 de maio de 2011

"A MISSÂO da MATERNIDADE"




"Uma simples mulher existe que, pela imensidão de seu amor, tem um pouco de Deus.

Pela constância de sua dedicação, tem muito de anjo.

Que, sendo moça, pensa como uma anciã e, sendo velha, age com as forças todas da juventude.

Quando ignorante, melhor que qualquer sábio desvenda os segredos da vida.

Quando sábia, assume a simplicidade das crianças.
 O bispo de La Serena, Chile, dom Ramon Angel Jara, teve oportunidade de escrever um texto muito poético que diz: 

Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama.

Rica, sabe empobrecer-se para que seu coração não sangre ferido pelos ingratos.

Forte, estremece ao choro de uma criancinha.

Fraca, se revela com a bravura dos leões. Viva, não lhe sabemos dar valor porque à sua sombra todas as dores se apagam.

Morta, tudo o que somos e tudo o que temos daríamos para vê-la de novo, e dela receber um aperto de seus braços, uma palavra de seus lábios.

Não exijam de mim que diga o nome dessa mulher, se não quiserem que ensope de lágrimas esse álbum.

Porque eu a vi passar no meu caminho. Quando crescerem seus filhos, leiam para eles esta página.

Eles lhes cobrirão de beijos a fronte.

Digam-lhes que um pobre viandante, em troca da suntuosa hospedagem recebida, aqui deixou para todos o retrato de sua própria mãe."

Na atualidade, a mulher assumiu muitos papéis. Lançou-se no mundo e se transformou na operária, juíza, cientista, professora, militar, policial, secretária, empresária, presidente, general e tudo o mais que no passado era privilégio do homem.

A mulher se tornou em verdade uma super-mulher que além dos afazeres domésticos, conquistou o seu espaço no mercado de trabalho.

Naturalmente, não para competir com o homem, mas para somar com ele, pois dos esforços de ambos resulta o sustento e o bem-estar da família.

A rainha do lar se transformou na mulher que atua e decide na sociedade.

Contudo, essa mulher senadora, escriturária, deputada, médica, administradora de empresa não perdeu a ternura. 

Ela prossegue a acolher em seu ninho afetivo o esposo e os filhos.

Embora interprete muitos papéis, ela não esqueceu do seu mais importante papel: o de ser mãe.

***

Dentre todas as mulheres que se projetaram no mundo, realizando grandes feitos, a nossa lembrança recua no tempo buscando uma mulher especial.

A história não lhe registra grandes discursos, mas o evangelho lhe aponta gestos e palavras que valem muito mais.

Mãe de um filho muito especial, que revolucionou a história, manteve-se firme na adversidade, na dor, exemplificando o que ele ensinara.

Não deixou testamento, riquezas ou haveres mas legou à humanidade a excelente lição da mulher que gera o filho, alimenta-o e o entrega ao mundo para servir ao mundo.

Seu nome era Maria...

Maria de Nazaré.
 
(autor desconhecido)

quinta-feira, 24 de março de 2011

A parte mais importante do Corpo


Qual será a parte mais importante do corpo? Eis uma questão, com certeza, de difícil solução. Pois, uma mãe muito jovem perguntou a seu filho, um dia, exatamente isso.

O menino pensou um pouco e se lembrou de como o som é importante para os seres humanos, permitindo a audição da voz humana e dos sons dos animais, do vento, da chuva, da música. Por isso, respondeu: "minhas orelhas", mãe.

"Não, você não acertou. Mas, não se preocupe. Continue pensando no assunto. Em outra oportunidade, volto a lhe perguntar."

Algum tempo se passou até que a mãe tornou a fazer a mesma indagação. O garoto, que desde a sua primeira tentativa de resposta, frustrada, pensara muito no assunto, respondeu logo: "mãe, a visão é muito importante para todos. É ela que nos permite vislumbrar a beleza das cores, o rosto dos nossos amores, as cenas dos filmes, do teatro. Então, a parte mais importante do corpo são os nossos olhos."

"Você está aprendendo rápido", disse a mãe, "mas a resposta ainda não está correta. Pode-se viver sem a visão dos olhos. Pense em quantos cegos existem pelo mundo."

O menino não desistiu e continuou a sua busca pela resposta, ao longo do tempo. Vez ou outra, a mãe voltava à carga e a cada resposta dele, ela frisava: "não, não é esta parte a mais importante. Mas você está ficando mais esperto a cada ano, minha criança."

O tempo passou e um dia, morreu o avô do menino. Todos ficaram tristes. Ele era muito amado. Todos choraram. O jovenzinho viu seu pai chorar. Aquilo o marcou porque era a segunda vez, em sua vida, que via seu pai chorar.

Então, sua mãe olhou para ele, quando ele se aproximou do caixão para, de sua intimidade, dirigir um até logo mais prolongado ao avô.

E ela perguntou: "filho, agora você já sabe qual a parte do corpo mais importante?"

O rapaz ficou chocado. Aquele não era um momento próprio para fazer aquela pergunta. Mesmo porque, desde a infância, ele sempre levara tudo aquilo à conta de um jogo entre ele e sua mãe. Um jogo que ele pensava ganhar um dia, quando descobrisse a resposta correta.

Mas, aquele momento era de muita dor para se pensar em jogo. Ainda confuso, ele ouviu a mãe ponderar: "esta pergunta é muito importante. Mostra como você viveu realmente a sua vida. Para cada parte do corpo que você citou no passado, eu lhe disse que estava errado. Mas hoje é o dia que você necessita aprender esta importante lição."

Ela olhou o filho daquele jeito que somente uma mãe pode fazer. Havia lágrimas em seus olhos, quando falou: "meu querido, a parte do corpo mais importante é seu ombro."

"Por que eles sustentam minha cabeça?"

"Não, filho. É porque pode apoiar a cabeça de um amigo ou de alguém amado quando eles choram."

Todos precisam de um ombro para chorar em algum momento de sua vida, meu querido.

Eu espero que você tenha bastante amor e amigos. E que tenha sempre um ombro disponível se acaso precisarem chorar.

As pessoas poderão esquecer do que você disse, depois de algum tempo. Mesmo porque, quase sempre não nos habituamos a escutar com o coração e a memória nos trai.

As pessoas poderão esquecer do que você fez, com o passar dos anos. A memória da gratidão costuma empalidecer no decurso dos anos.

Mas as pessoas nunca se esquecerão de como você as fez sentir, da amizade que ofertou, da emoção que proporcionou, da solidão que preencheu, do amor que semeou.

Pense nisso!
 

quinta-feira, 3 de março de 2011

"Mensagem de um MENINO"

Ele tinha apenas oito anos, contudo, detinha a sabedoria das grandes almas. Era uma criança no corpo. Mas, seu Espírito já se dera conta de que breve seria sua vida sobre a Terra.

Generoso, como todas as almas nobres, a sua era a preocupação com outras pessoas. Como ficaria sua mãe sem ele, por exemplo?

Quando soprou as oito velas do seu bolo de aniversário e sofreu uma nova e grave crise que o levou ao hospital mais uma vez, Peter resolveu fazer uma lista.

Era uma lista de alguns itens que ele desejava executar, antes de morrer.

Dos itens constava encontrar alguém que se encarregasse de retirar a neve da frente da casa.

E isso não foi muito difícil, porque um dos vizinhos disse que teria prazer em assumir esse encargo.

E, porque se preocupasse com a qualidade de vida de sua mãe, desejava conseguir, de alguma forma, que ela concluísse a canção que começara a compor quando ele nascera.

Seria o reconhecimento e a consagração dela como compositora.

Para si mesmo, duas coisas eram muito especiais: morrer em casa, cercado de seus amigos e colocar um grande mastro, frente à sua casa, sinalizando que era ali que Peter se encontrava.

Ele iria morrer e desejava que os anjos soubessem onde ele morava, para o virem buscar.

A mãe, descobrindo a lista e reconhecendo a sua importância, se esmerou e, mesmo com o coração a sangrar, concluiu a canção.

Ela a chamou de O Salmo 151. Explicou que lera os 150 salmos da Bíblia, mas que nenhum deles traduzia a alegria que ela sentira ao dar à luz a seu filho.

A dificuldade em conclui-la se dera em função da descoberta da enfermidade de que ele era portador e do pouco tempo de vida que teria.

Todos os recursos possíveis foram empreendidos para que o convênio de saúde aprovasse cuidados ao pequeno enfermo, no lar.

E, numa tarde fria, enquanto Peter se despedia da vida física, os amigos se reuniram para cantar, junto com sua mãe, O Salmo 151.

Quando Peter deixou exalar o último e tranquilo suspiro, os olhos dos amigos se ergueram para contemplar a bandeira tremulando ao vento.

E, em todos os corações, havia a certeza: a bandeira indicativa era desnecessária. Pela forma como suportara a enfermidade e as dores, como se preparara para a morte, pelo seu desprendimento e amor, os anjos sabiam, com certeza, onde estava Peter.

E o tinham vindo buscar.

* * *

Existem Espíritos que estão entre nós por pouco tempo. Especiais, destacam-se pela sua forma de ver e sentir a vida.

Vem e vão rapidamente. No entanto, a sua mensagem de amor é de tal forma forte, vigorosa, que deixam o aroma da sua presença indelével entre os que tiveram a ventura de com eles conviver.

A sua lição é do amor que não se apaga, da bondade que se preocupa com o outro e da sábia resignação ante aquilo que não pode ser alterado.

Pensemos nisso!!!!!!!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

"João e Mário"

João era um importante empresário. Morava em um apartamento de cobertura, na zona nobre da cidade.Naquele dia, João deu um longo beijo em sua amada e fez em silêncio a sua oração matinal de agradecimento a Deus pela sua vida, seu trabalho e suas realizações.



Após tomar café com a esposa e os filhos, João levou-os ao colégio e se dirigiu a uma de suas empresas.Chegando lá, cumprimentou com um sorriso os funcionários, inclusive Dona Tereza, a faxineira.


Tinha ele inúmeros contratos para assinar, decisões a tomar, reuniões com vários departamentos da empresa, contatos com fornecedores e clientes, mas a primeira coisa que disse para sua secretária foi: "Calma, fazer uma coisa
>de cada vez, sem stress".
Ao chegar a hora do almoço, ele foi para casa curtir a família. A tarde tomou conhecimento que o faturamento do mês superou os objetivos.
Apesar da sua calma, ou talvez, por causa dela, conseguiu resolver tudo que estava agendado para aquele dia. Como já era sexta-feira, João foi ao supermercado, voltou para casa, saiu com a família para jantar e depois foi dar uma palestra para estudantes, sobre motivação para vencer na vida.


Enquanto isso, em bairro mais pobre de outra capital, vive Mário. Como fazia em todas as sextas-feiras, Mário foi para o bar jogar sinuca e beber com amigos. Já chegou lá nervoso, pois estava desempregado. Um amigo seu tinha lhe oferecido uma vaga em sua oficina como auxiliar de mecânico, mas ele recusou, alegando não gostar do tipo de trabalho.


Mário não tinha filhos e estava também sem uma companheira, pois sua terceira mulher, partiu dias antes, dizendo que estava cansada de ser espancada e de viver com um inútil. Ele estava morando de favor, num quarto imundo no porão de uma casa.


Naquele dia, Mário bebeu mais algumas, jogou, bebeu, jogou e bebeu até o dono do bar pedir para ele ir embora. Ele pediu para pendurar a sua conta, mas seu crédito havia acabado, então armou uma tremenda confusão... e o dono do bar o colocou para fora.


Sentado na calçada, Mário chorava pensando no que havia se tornado sua vida, quando seu único amigo, o mecânico, apareceu após levá-lo para casa e curando um pouco o porre, ele perguntou a Mário: - "Diga-me por favor, o que fez com que você chegasse até o fundo do poço desta maneira?"


Mário então desabafou: - A minha família... Meu pai foi um péssimo exemplo. Ele bebia, batia em minha mãe, não parava em emprego nenhum. Tínhamos uma vida miserável. Quando minha mãe morreu doente, por falta de condições, eu saí de casa, revoltado com a vida e com o mundo. Tinha um irmão gêmeo, chamado João, que também saiu de casa no mesmo dia, mas foi para um rumo diferente, nunca maiso vi. Deve estar vivendo desta mesma forma.


Enquanto isso, na outra capital, João terminava sua palestra para estudantes. Já estava se despedindo quando um aluno ergueu o braço e lhe fez a seguinte pergunta:


- "Diga-me por favor, o que fez com que o senhor chegasse até onde está hoje um grande empresário e um grande ser humano?"


João emocionado, respondeu: - "A minha família. Meu pai foi um péssimo exemplo. Ele bebia, batia em minha mãe, não parava em emprego nenhum. Tínhamos uma vida miserável. Quando minha mãe morreu, por falta de condições, eu saí de casa, decidido que não seria aquela vida que queria para mim e minha futura família. Tinha um irmão gêmeo, chamado Mário, que também saiu de casa no mesmo dia, mas foi para um rumo diferente, nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma.


Moral da história:


O que aconteceu com você até agora não é o que vai definir o seu futuro, e sim a maneira como você vai reagir a tudo que aconteceu. Sua vida pode ser diferente, não se lamente pelo passado, construa você mesmo o seu futuro.
 
Autoria desconhecida

sábado, 23 de outubro de 2010

"CICATRIZES"

 



Há alguns anos,


em um dia quente de verão,


um pequeno menino decidiu


ir nadar no lago que havia atrás de sua casa.


Na pressa de mergulhar na água fresca,


foi correndo e deixando para trás os sapatos, as meias e a camisa.


Voou para a água, não percebendo que enquanto nadava para o meio do lago, um jacaré estava deixando a margem e entrando na água.


Sua mãe, em casa, olhava pela janela enquanto os dois estavam cada vez mais perto um do outro. Com medo absoluto, correu para o lago, gritando para seu filho o mais alto quanto conseguia.


Ouvindo sua voz, o pequeno se alarmou, deu um giro e começou a nadar de volta ao encontro sua mãe.


Mas era tarde.


Assim que a alcançou, o jacaré também o alcançou.


A mãe agarrou seu menino pelos braços enquanto o jacaré agarrou seus pés. Começou um cabo-de-guerra incrível entre os dois. O jacaré era muito mais forte do que a mãe, mas a mãe era por demais apaixonada para deixa-lo ir.


Um fazendeiro que passava por perto, ouviu os gritos, pegou uma arma e disparou no jacaré.


De forma impressionante, após semanas no hospital, o pequeno menino sobreviveu. Seus pés extremamente machucados pelo ataque do animal, e, em seus braços, os riscos profundos onde as unhas de sua mãe estiveram cravadas no esforço sobre o filho que ela amava.


Um repórter de jornal que entrevistou o menino após o trauma, perguntou-lhe se podia mostrar suas cicatrizes.


O menino levantou seus pés.


E então, com óbvio orgulho, disse ao repórter:
- Mas olhe em meus braços.


Eu tenho grandes cicatrizes em meus braços também.


Eu as tenho porque minha mãe não deixou eu ir.


Você e eu podemos nos identificar com esse pequeno menino.


Nós também temos muitas cicatrizes.


Não, não a de um jacaré, ou qualquer coisa assim tão dramática.


Mas as cicatrizes de um passado doloroso.


Algumas daquelas cicatrizes são feias e causam-nos profunda dor.


Mas, algumas feridas, meu amigo, são porque DEUS se recusou a nos deixar ir.


E enquanto você se esforçava, Ele estava lhe segurando.


Se hoje o momento é difícil, talvez o que está te causando dor seja Deus cravando- lhe suas unhas para não te deixar ir.


Lembre-se do jacaré e muito mais Daquele que, mesmo em meio a tantas lutas, nunca vai te abandonar e, certamente, vai fazer o que for necessário para não te perder, ainda que para isso seja preciso deixar-lhe cicatrizes.






Fonte: Mensagens e Poemas








sábado, 28 de agosto de 2010

"POR MEUS FILHOS PARA MEUS FILHOS"


Suplico à Maria, espírito que, por sua    
grandeza, luz, e por seu imenso coração, mereceu ser, na Terra, a mãe de Jesus,
que estenda sobre meus filhos, Seu manto de proteção.

 Que os guarde das tentações da
matéria, do excesso de orgulho, de vaidade e de egoísmo.
 Afastai, Mãe, de seus caminhos
todas as influências negativas de encarnados
e desencarnados que possam induzi-los
aos caminhos perigosos dos vícios e dos
abusos do sexo.

Ajudai-me a guiá-los para que sejam dignos, honrados e merecedores da bondade Divina.

Que eles permaneçam em Deus pela fé, não se afastando nunca, Mãe, do caminho ditado
por Vosso filho Jesus; amando e respeitando
a si mesmos e aos seus semelhantes;
conscientes que, desta maneira, estarão amando
e respeitando ao nosso Supremo Criador.

Valorosos presentes que Deus permitiu
viessem dividir comigo esta passagem terrena,
os filhos amados de meu coração são,
antes de tudo, Vossos filhos; por isso ,

Mãe, eu os entrego ao Vosso amor,
para que os guardeis e protejais
durante suas trajetórias na Terra.

Confio em Vós e em Vosso amor.



Marina C. Cruz
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