Sente-se sob uma árvore majestosa e perceba que tudo o que essa árvore precisou, ela recebeu.
Os nutrientes, os minerais, a água e a luz do sol, tudo isso fluiu por perto ou esteve ao alcance da árvore durante toda sua vida.
Mesmo tendo crescido tanto, a árvore nunca teve de ir a lugar algum para conseguir o que precisava. Ela cresce e prospera graças à sua habilidade para aproveitar o que está disponível onde se encontra.
Essa árvore forte, alta e resistente alcançou seu tamanho impressionante usando apenas o que ela já possuía.
Da próxima vez que você achar que, para ser feliz, precisa ir a algum lugar, adquirir alguma coisa ou conquistar algo, pense nessa árvore majestosa.
É maravilhoso poder agir e fazer tanta coisa acontecer. Contudo, em todo esse fazer, ir e conseguir, não negligencie o que você já tem. A riqueza e a satisfação não provêm de se conseguir apenas mais, e sim de saber usar o que já se tem.
Hà dias que a gente se sente muito triste e até acha que esta abandonada,sente vontade de chorar,sente saudades dos filhos,netos que estão longe,lembramos dos momentos felizes de quando tinhamos os filhos junto de nós,hoje os filhos cresceram,constituiram familia e foram viver suas vidas,mas nós mães que aqui ficamos ..........só nos resta a saudade,tristeza e solidão.
É nesses dias que necessitamos encotrar uma árvore para nos sentar e com ela aprender aquilo que ainda nos resta.
PENSEMOS NISSO!!!!!!!!!!!!!
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domingo, 12 de junho de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
"A MISSÂO da MATERNIDADE"
"Uma simples mulher existe que, pela imensidão de seu amor, tem um pouco de Deus. Pela constância de sua dedicação, tem muito de anjo. Que, sendo moça, pensa como uma anciã e, sendo velha, age com as forças todas da juventude. Quando ignorante, melhor que qualquer sábio desvenda os segredos da vida. Quando sábia, assume a simplicidade das crianças. O bispo de La Serena, Chile, dom Ramon Angel Jara, teve oportunidade de escrever um texto muito poético que diz: Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama. Rica, sabe empobrecer-se para que seu coração não sangre ferido pelos ingratos. Forte, estremece ao choro de uma criancinha. Fraca, se revela com a bravura dos leões. Viva, não lhe sabemos dar valor porque à sua sombra todas as dores se apagam. Morta, tudo o que somos e tudo o que temos daríamos para vê-la de novo, e dela receber um aperto de seus braços, uma palavra de seus lábios. Não exijam de mim que diga o nome dessa mulher, se não quiserem que ensope de lágrimas esse álbum. Porque eu a vi passar no meu caminho. Quando crescerem seus filhos, leiam para eles esta página. Eles lhes cobrirão de beijos a fronte. Digam-lhes que um pobre viandante, em troca da suntuosa hospedagem recebida, aqui deixou para todos o retrato de sua própria mãe." Na atualidade, a mulher assumiu muitos papéis. Lançou-se no mundo e se transformou na operária, juíza, cientista, professora, militar, policial, secretária, empresária, presidente, general e tudo o mais que no passado era privilégio do homem. A mulher se tornou em verdade uma super-mulher que além dos afazeres domésticos, conquistou o seu espaço no mercado de trabalho. Naturalmente, não para competir com o homem, mas para somar com ele, pois dos esforços de ambos resulta o sustento e o bem-estar da família. A rainha do lar se transformou na mulher que atua e decide na sociedade. Contudo, essa mulher senadora, escriturária, deputada, médica, administradora de empresa não perdeu a ternura. Ela prossegue a acolher em seu ninho afetivo o esposo e os filhos. Embora interprete muitos papéis, ela não esqueceu do seu mais importante papel: o de ser mãe. *** Dentre todas as mulheres que se projetaram no mundo, realizando grandes feitos, a nossa lembrança recua no tempo buscando uma mulher especial. A história não lhe registra grandes discursos, mas o evangelho lhe aponta gestos e palavras que valem muito mais. Mãe de um filho muito especial, que revolucionou a história, manteve-se firme na adversidade, na dor, exemplificando o que ele ensinara. Não deixou testamento, riquezas ou haveres mas legou à humanidade a excelente lição da mulher que gera o filho, alimenta-o e o entrega ao mundo para servir ao mundo. Seu nome era Maria... Maria de Nazaré. |
(autor desconhecido)
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Alma Aprendiz
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sábado, 28 de agosto de 2010
"POR MEUS FILHOS PARA MEUS FILHOS"
Suplico à Maria, espírito que, por sua
grandeza, luz, e por seu imenso coração, mereceu ser, na Terra, a mãe de Jesus,
que estenda sobre meus filhos, Seu manto de proteção.
Que os guarde das tentações da
matéria, do excesso de orgulho, de vaidade e de egoísmo.
Afastai, Mãe, de seus caminhos
todas as influências negativas de encarnados
e desencarnados que possam induzi-los
aos caminhos perigosos dos vícios e dos
aos caminhos perigosos dos vícios e dos
abusos do sexo.
Ajudai-me a guiá-los para que sejam dignos, honrados e merecedores da bondade Divina.
Que eles permaneçam em Deus pela fé, não se afastando nunca, Mãe, do caminho ditado
por Vosso filho Jesus; amando e respeitando
a si mesmos e aos seus semelhantes;
conscientes que, desta maneira, estarão amando
e respeitando ao nosso Supremo Criador.
Valorosos presentes que Deus permitiu
viessem dividir comigo esta passagem terrena,
os filhos amados de meu coração são,
antes de tudo, Vossos filhos; por isso ,
Mãe, eu os entrego ao Vosso amor,
para que os guardeis e protejais
durante suas trajetórias na Terra.
Confio em Vós e em Vosso amor.
Marina C. Cruz
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Alma Aprendiz
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domingo, 11 de julho de 2010
A jornada com os filhos
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos. É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados. Crescem sem pedir licença à vida. Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias de igual maneira. Crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela
criatura. Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do Maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça! Ali estão muitos
pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos,soltos. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas,
lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros. Ali estamos, com os cabelos esbranquiçados. Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas,das notícias, e da ditadura das horas. E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas. Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.
Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvir sua alma
respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres,
agendas coloridas e discos ensurdecedores. Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao Shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado. Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos.
Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim. Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas "pestes". Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em busca de felicidade.
E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos
e que não pode morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho. Os netos são a última
oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.
Aprendemos a ser filhos depois que somos pais. Só aprendemos a ser pais depois que somos avós...
Texto de Affonso Romano de Sant'Anna
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Alma Aprendiz
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